“Nunca tinham chegado ao ponto de serem interceptadas a 1.100 quilômetros da Palestina ocupada”, denuncia a ativista Sandra Garrido, uma das sete pessoas que compõem a delegação galega da Global Summud Flotilla, que interrompeu sua travessia depois que Israel deteve cerca de 175 pessoas (entre as 1.000 participantes), embora a intenção seja retomá-la.