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MADRID 19 mar. (EUROPA PRESS) -
O Pentágono confirmou nesta quinta-feira que solicitará 200 bilhões de dólares (cerca de 174,1 bilhões de euros) para financiar a guerra no Irã, quando se completam 20 dias da ofensiva lançada de surpresa em conjunto com Israel para decapitar a República Islâmica e acabar com suas capacidades militares.
“É preciso dinheiro para eliminar os vilões”, afirmou o secretário de Defesa, Pete Hegseth, confirmando assim o pedido orçamentário que, segundo ele, poderia “variar” em relação aos 200 bilhões de dólares.
Dessa forma, ele indicou que o governo de Donald Trump levará essa proposta ao Congresso para “garantir” que o Exército dos Estados Unidos esteja “devidamente financiado para o que foi feito e para o que possa ser necessário no futuro”.
Hegseth enquadrou essas necessidades financeiras em questões de munição, indicando que a intenção é que ela seja “reabastecida”, mas também “acima do necessário”. Dessa forma, ele garantiu que o robusto orçamento busca enviar a mensagem de que Washington “reativa sua base industrial de defesa” e “reconstrói o arsenal da liberdade”. “Vamos reabastecer-nos mais rápido do que qualquer um imaginava”, indicou.
Nesse ponto, ele comparou os gastos militares de Trump com os de seu antecessor na Casa Branca, Joe Biden, a quem criticou por dedicar grandes quantias para ajudar a Ucrânia, insistindo que, em vez de enviar munição para Kiev, esse material “está melhor empregado em nossos próprios interesses neste momento”. “Esse tipo de projeto de financiamento garantirá que estejamos devidamente financiados para o futuro”, expôs.
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