A tomada de Cabul pelos talibãs e a instauração de um governo “de fato” no Afeganistão, há agora cinco anos, ocorre em meio ao agravamento da crise humanitária e a um retrocesso nos direitos e liberdades, especialmente das mulheres, o que leva analistas internacionais a denunciar um apartheid de gênero, enquanto o movimento fundamentalista conseguiu consolidar seu poder, mas não ampliou seu reconhecimento internacional.