O secretário de Estado da Saúde, Javier Padilla, afirmou nesta terça-feira que a criação de um comando único para a cidade de Ceuta, após a entrada em massa de imigrantes vindos de Marrocos há um mês, não alterará a assistência médica prestada a essas pessoas, uma vez que o Ministério da Saúde detém as competências por meio do INGESA, mas “sim, vai mudar no que diz respeito às condições de saúde dessa população”.