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MADRID 19 mar. (EUROPA PRESS) -
A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, esclareceu nesta quinta-feira que o rei Felipe VI foi convidado a assistir à Copa do Mundo de futebol, assim como os chefes de Estado de todos os países com os quais o México mantém relações, depois que o Palácio da Zarzuela informou na véspera que um convite ao monarca havia sido recebido “com satisfação”.
Durante a coletiva de imprensa diária, Sheinbaum explicou que a representante do governo para a Copa do Mundo, que será coorganizada neste verão pelo México, Estados Unidos e Canadá, enviou um convite a “todos os países do mundo”.
“E entre eles estava o rei da Espanha, mas são todos os países com os quais o México mantém relações”, esclareceu a mandatária mexicana, rejeitando assim qualquer exclusividade no convite.
A Casa Real informou nesta quarta-feira que Felipe VI havia recebido um convite para assistir à Copa do Mundo no último dia 24 de fevereiro, embora não quisesse esclarecer se o monarca compareceria, além de indicar que o convite havia sido recebido “com satisfação” e que se entendia que se enquadrava na “relação fraternal de amizade entre os dois países”.
A carta chegou à Zarzuela mais de duas semanas antes de Felipe VI visitar, nesta segunda-feira, uma exposição sobre as mulheres indígenas mexicanas no Museu Nacional Arqueológico, juntamente com o embaixador do México, e reconhecer que houve “muitos abusos” durante a Conquista. Da mesma forma, ele admitiu que esses comportamentos, vistos sob a ótica e os valores atuais, não são motivo para se sentir “orgulhoso”.
Na missiva, conforme informado pela Casa Real, a mandatária mexicana indicava que considera que a Copa do Mundo “constitui uma conjuntura propícia para evocar a profundidade e o caráter singular dos laços entre o México e a Espanha”.
Laços esses, segundo Sheinbaum, “forjados por uma irmandade histórica e sustentados no legado compartilhado da língua, da cultura e da memória coletiva, repleta de grandes demonstrações de solidariedade, empatia e uma visão humanista entre nossos povos”.
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