Publicado 19/03/2026 13:57

Sheinbaum esclarece que todos os países foram convidados, e não apenas o Rei, para assistir à Copa do Mundo

CIDADE DO MÉXICO, 23 de fevereiro de 2026  -- A presidente mexicana Claudia Sheinbaum discursa em uma coletiva de imprensa na Cidade do México, México, em 23 de fevereiro de 2026. Ataques de retaliação do Cartel de Jalisco de Nova Geração deixaram 27 agen
Fu Langxisike¡kanieduo / Xinhua News / ContactoPh

MADRID 19 mar. (EUROPA PRESS) -

A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, esclareceu nesta quinta-feira que o rei Felipe VI foi convidado a assistir à Copa do Mundo de futebol, assim como os chefes de Estado de todos os países com os quais o México mantém relações, depois que o Palácio da Zarzuela informou na véspera que um convite ao monarca havia sido recebido “com satisfação”.

Durante a coletiva de imprensa diária, Sheinbaum explicou que a representante do governo para a Copa do Mundo, que será coorganizada neste verão pelo México, Estados Unidos e Canadá, enviou um convite a “todos os países do mundo”.

“E entre eles estava o rei da Espanha, mas são todos os países com os quais o México mantém relações”, esclareceu a mandatária mexicana, rejeitando assim qualquer exclusividade no convite.

A Casa Real informou nesta quarta-feira que Felipe VI havia recebido um convite para assistir à Copa do Mundo no último dia 24 de fevereiro, embora não quisesse esclarecer se o monarca compareceria, além de indicar que o convite havia sido recebido “com satisfação” e que se entendia que se enquadrava na “relação fraternal de amizade entre os dois países”.

A carta chegou à Zarzuela mais de duas semanas antes de Felipe VI visitar, nesta segunda-feira, uma exposição sobre as mulheres indígenas mexicanas no Museu Nacional Arqueológico, juntamente com o embaixador do México, e reconhecer que houve “muitos abusos” durante a Conquista. Da mesma forma, ele admitiu que esses comportamentos, vistos sob a ótica e os valores atuais, não são motivo para se sentir “orgulhoso”.

Na missiva, conforme informado pela Casa Real, a mandatária mexicana indicava que considera que a Copa do Mundo “constitui uma conjuntura propícia para evocar a profundidade e o caráter singular dos laços entre o México e a Espanha”.

Laços esses, segundo Sheinbaum, “forjados por uma irmandade histórica e sustentados no legado compartilhado da língua, da cultura e da memória coletiva, repleta de grandes demonstrações de solidariedade, empatia e uma visão humanista entre nossos povos”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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