A coordenadora israelense para os territórios palestinos ocupados confirmou nesta quinta-feira que a entrada de mercadorias de caráter privado na Faixa de Gaza está suspensa, após denunciar que o Hamas está cobrando uma taxa de “extorsão” dos comerciantes; acusação que o movimento islâmico palestino rejeitou categoricamente, antes de afirmar que se trata de uma contribuição voluntária para aumentar a liquidez da economia do enclave devastado.