O presidente de Ceuta, Juan Jesús Vivas, afirmou acreditar que ainda há 6.000 migrantes em situação irregular vagando pela cidade autônoma desde a última quinta-feira, quando ocorreu a entrada em massa pela fronteira com o Marrocos, embora tenha denunciado que, com a imprecisão dos números, também ficou “evidente” a “notável falta de recursos” na gestão da crise migratória.