O presidente da Associação Espanhola de Pediatria de Cuidados Primários (AEPap), Dr. Pedro Gorrotxategi, afirmou que a quantidade de cafeína presente na “maioria” das bebidas energéticas disponíveis no mercado invalida sua venda também a menores de 18 anos, e não apenas a menores de 16 anos, que é a medida anunciada nesta quarta-feira pelo ministro de Direitos Sociais, Consumo e Agenda 2030, Pablo Bustinduy.