O secretário-geral do Ministério da Saúde, Javier Padilla, descartou que o Real Decreto que desenvolve o acesso universal à saúde pública para imigrantes em situação irregular possa gerar um “efeito chamada” ou promover o “turismo de saúde”, ao exigir a comprovação de residência real na Espanha e outros requisitos para obter assistência do Sistema Nacional de Saúde (SNS).