O coordenador do Grupo de Doenças Autoimunes Sistêmicas (GEAS) da Sociedade Espanhola de Medicina Interna (SEMI), o Dr. Andrés González, afirmou que “ferramentas diagnósticas mais precisas e um arsenal terapêutico em expansão” no lúpus permitem “aspirar a objetivos que antes pareciam distantes”, como “a remissão sustentada, a proteção contra danos orgânicos e o uso criterioso de corticosteroides”.