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MADRID 19 mar. (EUROPA PRESS) -
As autoridades dos Estados Unidos decidiram nesta quinta-feira reduzir para 3 o nível de alerta de viagem à Venezuela, alegando que foram eliminados indicadores de risco como a “detenção injustificada” no país latino-americano, governado desde janeiro por Delcy Rodríguez, ex-“número dois” do presidente Nicolás Maduro.
O Departamento de Estado publicou um novo aviso para os cidadãos americanos que desejam viajar para a Venezuela, alegando também a ausência de risco de “distúrbios” e “outros”, sem fornecer mais detalhes sobre estes últimos.
Apesar disso, o departamento diplomático acrescentou novas zonas de “maior risco” na Venezuela, incluindo sua fronteira com a Colômbia e os estados de Amazonas, Apure, Aragua, Bolívar, Guárico e Táchira, a maioria deles devido ao “risco de criminalidade, sequestros e terrorismo”, pelo que recomenda não viajar para esses locais.
O órgão justificou essa atualização do alerta de viagem com “as mudanças nas operações da Embaixada dos Estados Unidos” na Venezuela, fechada desde 2019. De fato, a Unidade de Assuntos da Venezuela, localizada na Embaixada em Bogotá, continuará desempenhando suas funções até a retomada total das atividades da missão diplomática americana na capital venezuelana.
O anúncio surge em meio ao gradual descongelamento das relações entre Washington e Caracas desde que, em 3 de janeiro, o Exército dos Estados Unidos lançou um ataque contra Caracas e capturou Maduro junto com sua esposa, Cilia Flores, que desde então permanecem em uma prisão em Nova York.
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