MADRID 17 mar. (Portaltic/EP) -
O Xbox One permaneceu como um console impossível de ser pirateado desde seu lançamento em 2013, uma característica que acaba de perder graças ao desenvolvedor Markus Gaasedelen e a uma falha de tensão.
Gaasedelen compartilhou recentemente na REverse Conference o que até agora parecia impossível: a maneira de “hackear” um Xbox One. Sua invencibilidade residia na forma como a Microsoft o havia construído, com camadas de segurança baseadas em compartimentação, virtualização e revogação.
Nessa explicação, Gaasedelen relembrou a explicação de Tony Chen, da Microsoft, na conferência Platform Security Summit de 2019, sobre a arquitetura do console, na qual ele também destacou que toda a cadeia de confiança dependia de que a ROM de inicialização fosse mantida sob controle.
Foi justamente esse elemento, a ROM de inicialização, que obcecou Gaasedelen em sua tentativa de “hackear” o Xbox One. E, após inúmeras tentativas e erros, ele conseguiu acessar toda a consola.
O processo é complexo, mas, em resumo, Gaasedelen provocou duas falhas de tensão consecutivas com o “exploit” Bliss, que permitiram ignorar a habilitação do microprocessador e sequestrar o contador do programa como usuário. Isso permitiu corromper o supervisor com código Shell e acessar o nível mais alto de privilégios do sistema.
Gaasedelen esclareceu que esse “hack” só funciona no Xbox One original e não tem impacto nos modelos mais recentes das séries X/S, que continuam “invioláveis”.
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