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MADRID 8 jun. (Portaltic/EP) -
Cingapura surge como o país com maior adoção do WiFi 7, a geração mais recente dessa tecnologia de conectividade sem fio à internet, embora, em nível global, represente apenas 1,8% das conexões.
Embora a conexão sem fio à internet esteja amplamente difundida com a tecnologia WiFi, as versões mais antigas ainda predominam, já que o WiFi 4 e o WiFi 5 representam 33,2% e 38,3%, respectivamente, da base de dispositivos conectados globalmente.
Esses dados constam do relatório da Ookla “Global State of WiFi 2026”, do primeiro trimestre de 2026, que analisa a difusão das diferentes gerações por meio de um Speedtest em dispositivos Android.
A análise mostra que o WiFi 6 passou de 6% da base de dispositivos conectados à internet em 2022 para atingir 26,7% no primeiro trimestre deste ano, enquanto o WiFi 7 representa apenas 1,8%.
A implantação do WiFi 7 está sendo lenta, e o relatório da Ookla atribui isso ao recente desenvolvimento do padrão WiFi 7 (802.11be), cuja versão final foi publicada em 2025, e à disponibilidade da banda de 6 GHz (5925-7125 MHz) sem licença, da qual recebe a maior parte de sua capacidade de transmissão, mas que está muito fragmentada em nível global.
A União Europeia, por exemplo, alocou os 500 MHz inferiores da banda de 6 GHz (5925/5945-6425 MHz) para uso sem licença, enquanto a China alocou a banda completa para uso móvel.
Os Estados Unidos, por sua vez, se destacam pelo maior uso que fazem da banda de 6 GHz, onde se passou de 2,2% dos usuários em 2024 para 13,8% no primeiro trimestre de 2026.
O relatório destaca o caso de Cingapura, onde se encontra a maior base de usuários de WiFi 7 do mundo: 25%. O motivo está na campanha promovida pelo governo para incentivar a adoção de roteadores e outros tipos de hardware que permitissem aproveitar a velocidade da banda larga doméstica de 10 Gbps.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático