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MADRID 26 abr. (EUROPA PRESS) -
Virginia Giuffre, uma das mais proeminentes sobreviventes do abuso sexual perpetrado pelo empresário norte-americano Jeffrey Epstein, morreu por suicídio, confirmou sua família na sexta-feira.
Giuffre, 41 anos, morreu na cidade australiana de Neergabby, onde morava há vários anos.
A mulher ficou conhecida por se tornar uma das vozes mais proeminentes contra o abuso de Epstein com a cumplicidade de sua parceira Ghislaine Maxwell.
Em sua declaração, divulgada pela emissora americana NBC, a família de Giuffre disse estar "absolutamente arrasada" com sua morte, "uma guerreira feroz na luta contra o abuso sexual e o tráfico sexual", mas "no final, o fardo do abuso foi tão pesado que se tornou impossível para Virgina suportar".
Epstein foi preso em julho de 2019 sob a acusação de abusar sexualmente e traficar dezenas de meninas no início dos anos 2000; o bilionário tirou a própria vida ao se enforcar em sua cela na cadeia de Nova York em agosto de 2019 após uma série de "negligências e falhas", de acordo com o Departamento de Justiça dos EUA.
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