Publicado 26/04/2025 08:11

Virginia Giuffre, uma das principais sobreviventes do abuso sexual de Epstein, morre por suicídio.

Archivo - Arquivo - 8 de novembro de 2022: Virginia Roberts Giuffre, com uma foto de si mesma na adolescência, quando ela diz ter sido abusada por Jeffrey Epstein, Ghislaine Maxwell e Príncipe Andrew, entre outros.
Europa Press/Contacto/Emily Michot - Arquivo

MADRID 26 abr. (EUROPA PRESS) -

Virginia Giuffre, uma das mais proeminentes sobreviventes do abuso sexual perpetrado pelo empresário norte-americano Jeffrey Epstein, morreu por suicídio, confirmou sua família na sexta-feira.

Giuffre, 41 anos, morreu na cidade australiana de Neergabby, onde morava há vários anos.

A mulher ficou conhecida por se tornar uma das vozes mais proeminentes contra o abuso de Epstein com a cumplicidade de sua parceira Ghislaine Maxwell.

Em sua declaração, divulgada pela emissora americana NBC, a família de Giuffre disse estar "absolutamente arrasada" com sua morte, "uma guerreira feroz na luta contra o abuso sexual e o tráfico sexual", mas "no final, o fardo do abuso foi tão pesado que se tornou impossível para Virgina suportar".

Epstein foi preso em julho de 2019 sob a acusação de abusar sexualmente e traficar dezenas de meninas no início dos anos 2000; o bilionário tirou a própria vida ao se enforcar em sua cela na cadeia de Nova York em agosto de 2019 após uma série de "negligências e falhas", de acordo com o Departamento de Justiça dos EUA.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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