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MADRID 23 abr. (EUROPA PRESS) -
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, reconheceu na quarta-feira que o falecido papa Francisco teve "alguns desacordos" com a administração de Donald Trump, embora tenha minimizado a importância dessas críticas. "Não vou manchar o legado desse homem falando sobre política", disse ele.
"Estou ciente de que ele discordava de algumas das políticas de nosso governo. Ele também concordava muito com algumas delas", disse Vance aos repórteres, acrescentando que o Papa Francisco "era um grande pastor cristão" e que foi assim que ele decidiu se lembrar dele.
O vice-presidente dos EUA assegurou que o Papa Francisco foi um grande "defensor" das "pessoas marginalizadas, dos pobres ou das pessoas com doenças", o que incorpora a "verdadeira expressão do amor cristão".
Vance não confirmou se comparecerá ao seu funeral, já que, por enquanto, a administração Trump não decidiu quais representantes enviará à capital da Itália, Roma, além de Trump. Questionado pela imprensa sobre seu encontro com o falecido pontífice no domingo, um dia antes de sua morte, ele disse que pensa muito sobre isso.
"Obviamente, quando o vi, não sabia que ele tinha menos de 24 horas na Terra", disse o vice-presidente dos EUA, acrescentando que foi "muito louco" encontrá-lo na véspera de sua morte e que ele teve "sorte" de poder apertar sua mão.
Francisco teve uma breve reunião com Vance em sua residência em Santa Marta no domingo de Páscoa. O vice-presidente dos EUA foi recebido no fim de semana pelo Cardeal Secretário de Estado Pietro Parolin e também participou da Celebração da Paixão na Basílica de São Pedro, presidida pelo Cardeal Claudio Gugerotti.
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