Publicado 14/10/2025 12:11

O uso de cirurgia minimamente invasiva e realidade virtual pode ajudar a tratar distúrbios de equilíbrio

O uso de cirurgia minimamente invasiva e realidade virtual pode ajudar a tratar distúrbios de equilíbrio
QUIRÓNSALUD

MADRID 14 out. (EUROPA PRESS) -

O chefe do Departamento de Otorrinolaringologia do Olympia Quirónsalud, Dr. Carlos Ruiz Escudero, explicou que o uso da cirurgia minimamente invasiva e da realidade virtual pode ajudar a lidar com distúrbios de equilíbrio, alterações de voz ou patologias nasais e auditivas.

Depois disso, ele enfatizou que a cirurgia ambulatorial permite que o paciente "receba alta no mesmo dia", devido ao uso de anestesia de baixa intensidade e uma recuperação "mais rápida e confortável" em casa, que são combinadas com tecnologias avançadas e programas de reabilitação especializados.

A evolução desse tipo de técnica significa que agora ela pode ser aplicada à maioria das cirurgias nasais (septo, cornetos, pólipos), cirurgias laríngeas (pólipos e nódulos nas cordas vocais) e cirurgias de ouvido (drenagem, cirurgia timpânica ou procedimentos endoscópicos do ouvido médio), com segurança garantida por meio da "seleção adequada" do paciente e do procedimento.

Esses avanços levaram à implantação do Projeto Vestibular no serviço do referido centro, que se dedica ao tratamento de distúrbios do equilíbrio com base em atendimento multidisciplinar, envolvendo fisioterapia, neurologia e reabilitação, o que facilita a reinserção do paciente na vida profissional e social.

"Incorporamos a realidade virtual como uma ferramenta para a reabilitação vestibular, o que melhora a precisão do tratamento e a recuperação funcional", disse o Dr. Ruiz, explicando que o centro tem equipamentos de videofibrolaringoscopia com tecnologia NBI e sistemas avançados de audiometria, que permitem diagnósticos mais precisos e monitoramento digital do paciente.

Ele também enfatizou a importância da prevenção e da educação em saúde como parte do tratamento, no qual o otorrinolaringologista deve informar o paciente sobre as causas e os hábitos que influenciam suas patologias.

Por fim, o Dr. Ruiz previu o aumento do uso da robótica cirúrgica e de tecnologias de corte de alta precisão, como o laser azul, "que permitirão cirurgias mais seguras com melhores resultados funcionais", e explicou que a equipe de otorrinolaringologia do centro planeja expandir suas áreas de subespecialização com unidades dedicadas a distúrbios do sono, vertigem e deglutição.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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