MADRID 29 jul. (EUROPA PRESS) -
A Unión Profesional de Médicos de Ejercicio Libre (UNIPROMEL) solicitou à Muface informações sobre o cumprimento do convênio de saúde com a Adeslas e a Asisa, a fim de verificar se essas entidades forneceram os contratos com os médicos que fazem parte da equipe médica que colocaram à disposição da Muface.
Isso foi comunicado pela UNIPROMEL, depois de constatar que muitos de seus associados informaram que não dispõem de um contrato escrito, "o que é exigido por lei", acrescenta a organização.
"A execução do contrato de assistência médica é um assunto de interesse público que afeta a qualidade do serviço de saúde prestado, os direitos dos mutualistas e o respeito à legalidade nos contratos públicos e o uso adequado dos gastos públicos. Mas também afeta os direitos dos médicos, que devem ter suas condições contratuais e financeiras devidamente registradas e atualizadas", disse o presidente da UNIPROMEL, Ignacio Guerrero.
Com essa ação, a UNIPROMEL ressalta que pretende apenas fazer valer o direito dos médicos de ter contratos "transparentes e justos". "A maneira de fazer isso é ter contratos escritos, conforme exigido por lei. Essas informações possibilitarão a reivindicação dos direitos dos médicos no acordo Muface", diz ele.
Paralelamente, a UNIPROMEL ressalta que promove "um modelo de assistência médica mais justo e transparente", permitindo que os mutualistas escolham livremente seu médico e estabeleçam um sistema de cobrança direta, "como já acontece em outros países europeus". A organização defende um modelo descentralizado, provincializado e sem exclusividade, no qual a qualidade do atendimento tem prioridade sobre o volume.
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