MADRID 14 jan. (Portaltic/EP) - Cientistas coreanos criaram uma nova estrutura para os painéis OLED que os torna mais brilhantes sem aumentar o consumo de energia nem afetar sua planicidade, o que promete dispositivos mais eficientes.
Os painéis OLED são fabricados com um material plástico flexível para poderem ser utilizados numa ampla variedade de dispositivos, desde smartphones, computadores portáteis e monitores até televisores e visores de realidade virtual.
Eles se baseiam em uma tecnologia de diodos orgânicos emissores de luz, pixels, que emitem luz diretamente por meio de impulsos elétricos, sem a necessidade de retroiluminação, como ocorre com as telas LCD.
A cor é obtida com subpixels (vermelho, verde e azul); cada um deles emite luz em um comprimento de onda diferente, o que se traduz em alturas diferentes, e para criar telas planas, os materiais depositados sobre os emissores são colocados em espessuras desiguais.
Essa estrutura estratificada tem a desvantagem de “confinar grande parte da luz gerada dentro de substratos ou camadas orgânicas”, como explicam os pesquisadores do Instituto Avançado de Ciência e Tecnologia da Coreia (KAIST). Isso afeta a eficiência energética, pois a luz presa se converte em calor e intensifica o consumo de eletricidade.
Para resolver o problema da eficiência e melhorar o brilho sem afetar a espessura ou a planicidade, os pesquisadores redesenharam a estrutura do painel para redirecionar diretamente a luz sem dispersão lateral, conforme explicam na pesquisa publicada na Nature.
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