Publicado 08/01/2026 06:38

Uma especialista destaca que o laser dermatológico permite tratar cicatrizes e manchas de forma mais precisa e segura.

Imagem de recurso de laser dermatológico.
QUIRÓNSALUD

MADRID 8 jan. (EUROPA PRESS) - A chefe da Unidade de Medicina Estética e Laser da Policlínica Gipuzkoa, Ana Melero, destacou que o laser dermatológico atual permite tratar cicatrizes e manchas “de forma mais precisa, segura e com uma recuperação mais rápida”.

A especialista explicou que a evolução para lasers fracionados e dispositivos que combinam diferentes comprimentos de onda possibilitou tratamentos individualizados que respeitam o tecido saudável e maximizam os resultados. Manchas solares e melasma são motivos frequentes de consulta, especialmente após os meses de maior exposição ao sol. “Após o verão, observamos um claro aumento nas consultas, pois os danos causados pelo sol intensificam as manchas existentes e favorecem o aparecimento de novas. É um momento em que os pacientes buscam recuperar a uniformidade e a luminosidade, e o laser se torna uma das opções mais eficazes”, detalhou Melero. Embora a maioria dos planos de tratamento exija várias sessões, a especialista garante que os resultados geralmente começam a ser percebidos rapidamente. “Após as primeiras sessões, a pele costuma ficar mais lisa, com um tom mais uniforme e maior luminosidade. As manchas vão atenuando-se progressivamente e as cicatrizes começam a suavizar-se, gerando uma sensação de pele renovada desde as primeiras semanas”, afirma a chefe da Unidade de Medicina Estética e Laser da Policlínica Gipuzkoa.

COMBINAÇÃO DE TRATAMENTOS PARA OTIMIZAR OS RESULTADOS Na prática clínica, combinar diferentes tecnologias e técnicas potencia os benefícios dos tratamentos. “Sempre obtemos melhores resultados quando combinamos tratamentos realizados em consultório com uma boa rotina dermocosmética em casa”, destaca Melero.

Exemplos de combinações eficazes incluem lasers vasculares ou luz pulsada com peelings específicos para rosácea, o uso de laser pigmentário com princípios despigmentantes para manchas e lasers fracionados ou radiofrequência com microagulhas para cicatrizes.

Nesse contexto, o medo da dor ou de possíveis danos à pele é frequente, mas Melero ressalta que os equipamentos atuais são projetados para minimizar essas preocupações. “Os equipamentos atuais permitem trabalhar com níveis de desconforto controláveis e com sistemas de anestesia tópica ou frio local quando necessário. Quando se realiza um diagnóstico médico adequado e se seguem as recomendações, o risco é muito baixo”, garante.

Em relação aos cuidados, a especialista enfatiza a importância da fotoproteção e da hidratação: “Antes do tratamento, é fundamental evitar o sol e produtos irritantes. Depois, recomendamos hidratar bem a pele, usar protetor solar de forma rigorosa e evitar a exposição solar durante as semanas seguintes. Com essas medidas, a recuperação costuma ser rápida e segura”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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