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MADRID 7 maio (EUROPA PRESS) -
Uma mulher holandesa foi internada nesta quinta-feira na capital da Holanda, Amsterdã, para ser submetida a exames devido a uma possível infecção por hantavírus, conforme confirmado pelas autoridades, depois que a mídia local informou que se tratava de uma comissária de bordo da companhia aérea KLM.
“Posso confirmar que há uma mulher holandesa no hospital e que ela está sendo submetida a exames para detectar o vírus”, disse um porta-voz do Ministério da Saúde da Holanda em breves declarações concedidas à Europa Press.
Pouco antes, a emissora de televisão holandesa RTL havia informado sobre a internação de uma comissária da KLM por possível infecção e acrescentou que ela teria tido contato com a mulher holandesa que faleceu na África do Sul em consequência do hantavírus. Este fato não foi confirmado oficialmente pelo Ministério da Saúde.
A KLM confirmou na quarta-feira, em um comunicado, que o Instituto Nacional Holandês de Saúde Pública e Meio Ambiente (RIVM) notificou a companhia de que a mulher que faleceu por hantavírus na África do Sul esteve “brevemente” a bordo de uma de suas aeronaves em 25 de abril, em Joanesburgo.
“Devido ao estado de saúde da passageira naquele momento, a tripulação decidiu não permitir que ela embarcasse no voo. Infelizmente, a passageira faleceu posteriormente em Joanesburgo”, afirmou, ao mesmo tempo em que expressou suas condolências aos familiares.
O referido voo decolou de Joanesburgo e pousou em Amsterdã após a passageira ter sido retirada da aeronave, segundo a KLM, que informou que as autoridades estavam entrando em contato com “todos os passageiros” que estavam no avião.
O surto de hantavírus foi declarado no cruzeiro “Hondius”, que partiu da cidade argentina de Ushuaia com destino à Holanda. Até o momento, foram confirmadas três mortes, entre elas a da referida mulher holandesa e seu marido, que faleceu em 11 de abril a bordo do navio.
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