Rafael Henrique/SOPA Images via / DPA - Arquivo
MADRID 8 abr. (Portaltic/EP) -
A Polícia Metropolitana de Londres está investigando um ex-funcionário da Meta acusado de ter baixado ilegalmente 30 mil fotos privadas de usuários da rede social Facebook por meio de um programa criado por ele mesmo para contornar os controles de segurança.
O suspeito foi detido em novembro passado por acesso não autorizado a material informático, mas atualmente se encontra em liberdade sob fiança enquanto a investigação está em andamento, conforme informou o The Telegraph.
De acordo com documentos judiciais, divulgados pelo veículo britânico, a polícia indicou que ele é acusado de ter acessado e baixado aproximadamente 30 mil imagens privadas pertencentes a usuários do Facebook enquanto trabalhava para a Meta, por meio de um “script” criado para contornar os sistemas internos de detecção da empresa.
Por sua vez, um porta-voz da Meta confirmou à BBC que a vulnerabilidade foi descoberta há mais de um ano, momento em que demitiram o funcionário com efeito imediato e encaminharam o caso às autoridades.
Além disso, a empresa notificou os usuários afetados por essa falha de segurança e, desde então, atualizou seus sistemas de segurança para impedir esse tipo de ataque.
No entanto, essa falha de segurança é a enésima no histórico da Meta, que já recebeu uma multa de 251 milhões de euros após o vazamento de 29 milhões de contas do Facebook em 2018.
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