UNIVERSIDAD COMPLUTENSE DE MADRID
MADRID, 15 abr. (EUROPA PRESS) -
A Universidade Complutense de Madrid (UCM) aderiu a um consórcio europeu que busca estabelecer as bases para uma nova geração de chips mais rápidos, eficientes e adaptados às necessidades atuais da Inteligência Artificial e da computação de alto desempenho.
Trata-se de um consórcio liderado pelo Imec, um dos principais centros de pesquisa e desenvolvimento em nanoeletrônica e tecnologias digitais a nível mundial, do qual participam outros 15 grupos universitários, informou a universidade em um comunicado.
O projeto, conhecido como CMOS 2.0, busca automatizar o design de chips e explorar novas arquiteturas que permitam torná-los mais rápidos, eficientes e adaptados às necessidades atuais, como a inteligência artificial ou a computação de alto desempenho.
Os avanços alcançados no âmbito acadêmico poderão ser testados e desenvolvidos na linha piloto NanoIC, facilitando sua chegada à indústria. Além disso, o consórcio também abre as portas para futuras colaborações em áreas como novos materiais ou formas alternativas de computação.
O PAPEL DA UCM
Nesse contexto, a participação da UCM, por meio de seu grupo de pesquisa ArTeCS, se concentrará em como organizar a memória dentro dos chips e melhorar a forma como os dados se movem e são gerenciados dentro dos sistemas, “um desafio fundamental para tornar os dispositivos mais rápidos e com menor consumo de energia”, conforme destacou a universidade.
Com sua incorporação a este consórcio, a Universidade Complutense destacou que reforça seu papel “na pesquisa europeia de ponta” e contribui “para o desenvolvimento de tecnologias que estarão na base dos dispositivos do futuro”.
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