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MADRID 13 fev. (EUROPA PRESS) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou nesta sexta-feira o envio de um segundo grupo de porta-aviões ao mar da Arábia, que servirá como opção militar caso as novas negociações com o Irã não deem frutos.
O aviso de Trump ocorreu depois que a mídia americana confirmou o deslocamento do grupo de ataque liderado pelo porta-aviões Gerald Ford para acompanhar o Abraham Lincoln no mar da Arábia.
O aparecimento do “Ford” tem um significado simbólico adicional, pois o porta-aviões, o mais avançado da Marinha dos Estados Unidos, liderou a ofensiva dos Estados Unidos contra as supostas lanchas de narcotraficantes no Caribe e, acima de tudo, a operação que culminou com a captura de supostos barcos com drogas no Caribe e culminou com a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro em Caracas, no último dia 3 de janeiro.
O “Ford”, segundo Trump, foi enviado “para o caso de não haver acordo com o Irã” e, se não houver acordo, “vamos precisar dele”, acrescentou o presidente em breves declarações à imprensa antes de viajar para sua residência na Flórida para passar o fim de semana, como de costume.
As delegações dos Estados Unidos e do Irã concluíram uma rodada de conversações indiretas na última sexta-feira sobre o programa nuclear iraniano na capital de Omã, Mascate, e concordaram em realizar mais contatos graças à mediação do ministro das Relações Exteriores de Omã, Badr al Busaidi.
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