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BARCELONA 24 nov. (EUROPA PRESS) -
O secretário-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, declarou que a cobertura universal de saúde, como a promovida pelo ex-ministro socialista Ernest Lluch em 1986 por meio da Lei de Saúde, é a "expressão prática" do direito à saúde estabelecido na Constituição da OMS.
Ele disse isso em uma mensagem de vídeo durante a cerimônia de comemoração do 25º aniversário do assassinato do ex-ministro no Palau de la Generalitat, na qual ele destacou que essa lei é "um verdadeiro testemunho do legado de Lluch, que estabeleceu a assistência médica pública, gratuita e universal na Espanha".
Ele ressaltou que a comemoração do 25º aniversário de seu assassinato coincide com a comemoração, em 2026, do 40º aniversário da entrada em vigor da Lei de Saúde, e sustentou que ela continua sendo "um dos pilares fundamentais" do estado de bem-estar social da Espanha, uma referência mundial para a cobertura universal de saúde.
Em sua opinião, todos devem ter acesso a serviços essenciais "sem sofrer dificuldades econômicas por ter que pagar por eles do próprio bolso", e ele pediu colaboração multilateral para alcançar esse objetivo.
"Nestes tempos de polarização política, o legado do Professor Lluch destaca a importância da colaboração multilateral. Esse é o nosso objetivo comum de cobertura universal e saúde para todos, como base para o desenvolvimento, a estabilidade e a paz", concluiu.
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