L'HOSPITALET DE LLOBREGAT 4 mar. (Portaltic/EP) - A TECNO apresentou as últimas novidades da sua linha de notebooks Megabook: os modelos S14 e T14 Air, que chegarão à Espanha este ano, conforme anunciado pelo diretor comercial da Europa Ocidental, Nicolas de Saint Rémy.
A fabricante chinesa de telefones apresentou sua nova linha de produtos durante a feira de tecnologia Mobile World Congress (MWC), que acontece em Barcelona de 2 a 5 de março, entre os quais se encontra seu protótipo de telefone modular com acessórios magnéticos.
A linha de laptops Megabook, comercializada na Espanha desde 2024, contará com dois novos membros: o S14 e o T14 Air. O S14 é equipado com um processador Intel Core Ultra 9, tem uma tela OLED de 14 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz, resolução 2K e brilho de 440 nits.
A TECNO classificou o Megabook S14 como o computador com IA de 14 polegadas mais leve do mundo, pois pesa apenas 898 gramas. Em relação à bateria, suporta até 16 horas de uso contínuo. Em relação às funções de IA, o S14 integra o assistente de voz Ella da TECNO.
Por outro lado, na gama média, o Megabook T14 Air é equipado com os processadores AMD Ryzen 7735HS e Intel CPU, tem um design em alumínio e magnésio com um peso de 999 gramas, o que o torna o modelo mais leve da série T. Além disso, integra um ecrã IPS WUXGA com 350 nits de brilho.
MERCADO ESPANHOL E EUROPEU Apesar da frota de dispositivos que compõem o ecossistema da TECNO, como smartphones, tablets, wearables ou portáteis, em Espanha apenas são comercializados os computadores Megabook K15S, Megabook K16S e Megabook T16. No entanto, a TECNO planeja lançar os novos modelos S14 e T14 Air ao longo deste ano de 2026, aos quais se somam os laptops Megabook K16S com processadores Intel e o Megabook S16. É verdade que a TECNO tem mais força em mercados como o latino-americano, onde os smartphones da marca já são comercializados. No entanto, Saint Rémy indicou que a TECNO tem intenções de impulsionar sua presença na Espanha. “Estamos pensando em atingir 10% de participação de mercado em dois anos” neste país, explicou o executivo. A empresa apontou a regulamentação como o principal obstáculo para introduzir sua linha de smartphones no mercado europeu. “Fechamos as patentes, mas a empresa que detém as patentes na Europa é a Nokia, que teve que fechar alguns preços controlados pela Comissão Europeia”, disse Saint Rémy.
A essa adversidade, soma-se o desafio que representa a escassez de materiais para a fabricação de memórias RAM. “No momento, acreditamos que o aumento será de 50 euros no preço de venda ao público com IVA. Por exemplo, um celular que hoje custa 300 euros, amanhã custará 349 ou até 379 euros”, indicou o executivo.
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