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MADRID 26 mar. (EUROPA PRESS) -
O governo sueco anunciou na quarta-feira um aumento histórico nos gastos com defesa, "o maior rearmamento desde a Guerra Fria", nas palavras do primeiro-ministro Ulf Kristersson, com o qual o país nórdico pretende dedicar 3,5% de seu PIB a questões militares até 2030.
O plano, que conta com o apoio externo dos Democratas Suecos, de extrema direita, propõe um investimento adicional de 300 bilhões de coroas (cerca de 28 bilhões de euros) provenientes de empréstimos, já que Kristersson defendeu que não se faça cortes em outras áreas igualmente "importantes" de bem-estar ou segurança, segundo a SVT.
A Suécia é o mais recente país a aderir à OTAN, em março de 2024, após um processo que começou com a Finlândia e foi desencadeado pela invasão militar da Rússia na Ucrânia.
A Suécia já aderiu à Aliança acima da meta de defesa de 2% do PIB, embora o presidente dos EUA, Donald Trump, esteja agora tentando aumentar a pressão sobre seus parceiros na cúpula de junho em Haia. Trump chegou ao ponto de propor um aumento de até 5%.
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