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MADRID 1 jul. (EUROPA PRESS) -
A segunda reunião de mediação no Serviço Interconfederal de Mediação e Arbitragem (SIMA) entre a entidade patronal FEFE e os sindicatos que integram o banco social (CCOO, UGT, CIG e FEFANE) para tentar desbloquear o andamento das negociações do XXVI Acordo Coletivo Estadual das Farmácias, revelou que a patronal e os sindicatos mantêm posições “distantes”.
Segundo indicam os sindicatos envolvidos nas negociações, as posições são opostas tanto no que diz respeito aos aumentos salariais para os anos de 2025, 2026, 2027 e 2028 — período de possível vigência do acordo coletivo —, quanto à regulamentação das licenças e às demandas patronais de ampliação de determinadas medidas de flexibilidade interna da jornada de trabalho.
“Apesar da disposição dos sindicatos presentes no SIMA de avançar nas negociações, a postura inflexível da FEFE tornou impossível qualquer tipo de avanço”, afirmam em um comunicado.
Por sua vez, os sindicatos que integram o bloco social da mesa de negociação vão propor um programa de ações e mobilizações para continuar defendendo a inclusão no XXVI Acordo Estadual das Farmácias de “aquelas questões e direitos” que consideram “razoáveis e justos” para os profissionais do setor.
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