Publicado 26/02/2026 12:10

O Sindicato Operário Unificado (UGT) e a Plataforma Estatal de TCAE consideram um "sucesso retumbante" as manifestações desta quinta

Imagem da concentração de TCAE em Castela e Leão.
FAC-USO

O sindicato adverte que as mobilizações continuarão e “se intensificarão” se não houver avanços “reais e imediatos”. MADRID 26 fev. (EUROPA PRESS) -

A Federação de Atenção ao Cidadão da União Sindical Obrera (FAC-USO) e a Plataforma Estatal de Técnicos em Cuidados Auxiliares de Enfermagem (TCAE) consideraram um “sucesso retumbante” as manifestações realizadas nesta quinta-feira em frente às secretarias de Saúde, apoiadas por “milhares” de profissionais em todas as comunidades autônomas.

Essas manifestações tinham como objetivo denunciar a situação de precariedade laboral que, segundo afirma a Plataforma de TCAE, se arrasta há anos e que as administrações continuam ignorando. Perante esta situação, exigiram uma reclassificação imediata para C1 e uma equiparação salarial para este subgrupo. “Hoje vimos em toda a Espanha o mesmo: profissionais cansados de esperar, cansados de promessas e decididos a não dar um passo atrás. Isto não é mais um protesto, é um ponto de inflexão”, sublinhou a FAC-USO.

A organização sindical advertiu que, se não houver avanços “reais e imediatos”, as mobilizações continuarão e “se intensificarão” em todo o país. “Hoje enchemos as ruas. Amanhã, se necessário, iremos mais longe. Não vamos parar até que seja reconhecido o que é justo”, afirmou. UM CONFLITO ESTRUTURAL

Para o sindicato, as mobilizações que ocorreram em frente às secretarias de Saúde e aos hospitais nas Ilhas Canárias e Baleares evidenciam que a reivindicação do coletivo TCAE “não é pontual nem territorial”, mas um “conflito estrutural” de âmbito estadual que afeta milhares de trabalhadores do sistema de saúde.

A FAC-USO destacou que as concentrações refletiram “uma mensagem clara e unânime”, de que os TCAE “sustentam o sistema de saúde e exigem o reconhecimento que lhes corresponde”. Neste sentido, insistiu que a reclassificação profissional para o subgrupo C1 é uma questão de “coerência normativa, justiça profissional e adaptação à realidade do sistema de saúde”.

O sindicato lembrou que os TCAE desempenham funções essenciais na assistência sanitária, no cuidado direto dos pacientes e no funcionamento diário dos centros hospitalares e de saúde, sendo um pilar indispensável do sistema. “Não se pode continuar sustentando um sistema de saúde com profissionais subvalorizados. A realidade do trabalho deve se refletir no reconhecimento profissional, e isso passa pelo C1”, reforçou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado