MADRID 30 jun. (EUROPA PRESS) -
O Comitê do Senado sobre Políticas Integrais de Deficiência aprovou por unanimidade, na segunda-feira, uma moção do PP para garantir a inclusão no mercado de trabalho de pessoas com deficiência devido a doenças cardíacas congênitas.
"Os pacientes com cardiopatia congênita muitas vezes enfrentam uma falta de compreensão, pois é uma doença que não pode ser vista a olho nu", disse o porta-voz de Saúde do Grupo Popular, Enrique García Escudero, que defendeu a iniciativa.
O senador 'popular' também pediu ao governo que "reconheça adequadamente as sequelas da cardiopatia congênita, seu impacto na vida cotidiana e no processo de avaliação da deficiência".
"As consequências enfrentadas pelos portadores de cardiopatias congênitas podem ser muitas, como arritmias, coágulos sanguíneos, distúrbios e atrasos no desenvolvimento, distúrbios endócrinos, insuficiência cardíaca, doenças renais ou hepáticas, hipertensão pulmonar ou acidente vascular cerebral", enfatizou Ruiz Escudero.
Outro ponto da moção insta o governo, em coordenação com as comunidades autônomas, a "garantir que as crianças com cardiopatia congênita tenham acesso a cuidados precoces desde o nascimento".
"É necessário proporcionar uma transição adequada para as unidades de cardiopatias congênitas adultas, bem como o acesso a outros serviços de saúde", disse Ruiz Escudero, que acrescentou ter exigido do Executivo "campanhas de conscientização, conscientização social e pesquisas sobre cardiopatias congênitas".
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