Joaquin Corchero - Europa Press - Arquivo
MADRID 7 abr. (EUROPA PRESS) -
Por mais um ano, a Páscoa está se aproximando com uma previsão do tempo incerta, que inclui chuva, céu nublado e baixas temperaturas coincidindo com esses dias de feriado.
Alguns dizem que não é verdade que sempre chove na Páscoa, que é tudo uma questão de memória seletiva: nesse caso, na Páscoa temos atividades ao ar livre que são arruinadas se chover. Toda vez que chove na Páscoa, registramos isso como um grande inconveniente.
Mas é possível encontrar um ajuste científico para essa relação indesejável entre o retorno ao campo e à praia após o inverno, por um lado, e o mau tempo e a chuva, por outro.
Em termos estritamente meteorológicos, é uma festa móvel que cai em uma data diferente a cada ano, porque no Concílio de Nicéia (325) foi decidido que a Páscoa deveria cair no domingo imediatamente após a primeira lua cheia depois do equinócio vernal (21 de março). Assim, o Domingo de Ramos é sempre o domingo anterior à lua cheia. Portanto, essa comemoração pode variar de 22 de março a 25 de abril.
No equinócio vernal, quando os dias são mais longos do que as noites, o tempo geralmente é instável e chuvoso, com mudanças repentinas. Além disso, o início da primavera costuma ser marcado pelo fenômeno da "gota fria" ou Depressão Isolada de Alto Nível.
Em seu livro "Entender el tiempo" (Entender o tempo), o meteorologista Roberto Brasero reitera que a Semana Santa coincide com datas que na Espanha são sempre um período chuvoso.
Além disso, é um período que inclui dez dias em que há tempestades vindas do norte da Europa que se chocam com a circulação de ar quente, liberando mais energia na atmosfera, o que favorece a chuva.
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