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MADRID 17 set. (EUROPA PRESS) -
A Sociedade Espanhola de Medicina de Emergência (SEMES) exigiu nesta quarta-feira uma formação especializada, uniforme e reconhecida para os enfermeiros que trabalham nos serviços de emergência, a fim de reduzir os efeitos e riscos "evitáveis" nos cuidados de saúde em momentos críticos.
"Os profissionais de enfermagem de emergência não têm treinamento especializado para o desenvolvimento de seu trabalho", disse Javier Morillo, membro da Comissão da Especialidade de Enfermagem de Emergência (EEUE), por ocasião do Dia Mundial da Segurança do Paciente, que foi usado para lançar uma campanha sobre a necessidade desse treinamento.
A vice-presidente da SEMES Nursing, Carmen Casal, enfatizou que os departamentos de emergência da Espanha têm um "alto número" de eventos adversos e que muitos deles são evitáveis, como erros de medicação, atrasos no atendimento ou complicações devido a intervenções desnecessárias.
"Hoje, na Espanha, não existe uma especialidade oficial em medicina de emergência, o que gera uma grande desigualdade no treinamento, na prática clínica e, acima de tudo, na segurança do paciente. O atendimento em situações graves não pode depender da sorte ou da experiência individual", acrescentou.
Nesse sentido, ele enfatizou que a formação de profissionais de enfermagem melhorará a qualidade do atendimento, reduzirá os erros e salvará vidas, e destacou que essa especialidade tem uma estrutura de competência "perfeitamente definida" e que atende aos critérios estabelecidos no RD 589/22 para constituir uma especialidade em seu próprio direito.
"Precisamos seguir em frente. A melhor garantia de segurança do paciente é uma equipe completa e complementar (...) de profissionais médicos e de enfermagem especializados em medicina de emergência e emergências", disse o presidente da SEMES, Dr. Vázquez Lima.
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