Publicado 06/04/2026 11:45

A SEMES considera um "avanço" a publicação no BOE do programa da especialidade de Medicina de Urgências e Emergências

Archivo - Arquivo - Fachada do pronto-socorro do hospital
SONIABONET / ISTOCK - Arquivo

MADRID 6 abr. (EUROPA PRESS) -

A Sociedade Espanhola de Medicina de Urgências e Emergências (SEMES) destacou como um “avanço” a publicação no Boletim Oficial do Estado (BOE) do programa de formação da especialidade de Medicina de Urgências e Emergências, o que consolida definitivamente a mesma e permitirá a incorporação de vagas na próxima convocatória de Formação Sanitária Especializada (FSE).

“Este programa representa um salto qualitativo na formação dos futuros especialistas em Urgências e Emergências”, explicou a doutora Rosa Ibán, membro da Secretaria de Unidades Docentes desta sociedade científica, acrescentando que “trata-se de um modelo sólido, estruturado e plenamente adaptado à realidade assistencial, que garante uma aquisição progressiva de competências”.

Desta forma, a SEMES confirmou que esta oficialização marca sua entrada em vigor e sua plena implantação no sistema de saúde, o que responde a uma reivindicação histórica para obter o reconhecimento dos urgenciologistas com uma formação específica que reforce a qualidade da assistência nos Serviços de Urgências e Emergências.

Aprovado em março pela Comissão de Recursos Humanos do Sistema Nacional de Saúde (SNS), este programa conclui agora seu processo normativo, colocando a especialidade em sua fase definitiva de desenvolvimento após sua aprovação pelo Conselho de Ministros, em julho de 2024. Este “incorpora um sistema de rodízios por diferentes níveis de atendimento”, indicou Ibán, que os especificou em “hospitais de referência, hospitais regionais, ambientes rurais, atendimento pré-hospitalar e Gestão de Emergências”.

INTEGRADA NO SISTEMA DE SAÚDE

Tudo isso “permitirá formar profissionais capazes de responder a qualquer situação de urgência, independentemente do contexto, com uma visão integral do sistema de saúde”, continuou ele, enquanto o vice-presidente da SEMES, o Dr. Javier Millán, destacou como a especialidade se integra de forma sólida ao sistema de saúde.

Segundo este último, avança-se assim “em direção a um modelo mais organizado, mais eficiente e melhor preparado para responder às necessidades atuais e futuras da população”. De fato, estão incluídos planos de formação personalizados, orientados por tutores, e busca-se garantir que cada residente adquira uma experiência clínica completa, com a realização de plantões como parte fundamental de seu aprendizado prático.

“A entrada em vigor deste programa permitirá contar com profissionais especificamente formados para responder a situações críticas, tanto no âmbito hospitalar quanto nos Serviços de Emergência em nível extra-hospitalar”, afirmou, por sua vez, a vice-presidente de Emergências desta organização, a doutora Carmen Camacho, que considera isso “um avanço fundamental para reforçar a qualidade e a segurança da atendimento em emergências”.

Por fim, o presidente da SEMES, o Dr. Tato Vázquez, declarou que esta notícia “marca um antes e um depois para a Medicina de Urgências e Emergências na Espanha”. “Coroa anos de trabalho e compromisso, e estabelece as bases para uma formação rigorosa, modernizada e alinhada com as necessidades reais do sistema de saúde”, concluiu.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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