Publicado 23/06/2026 08:05

A SEMES, com o patrocínio da Viatris, reforça a preparação dos profissionais de saúde para lidar com a anafilaxia

Archivo - Arquivo - Anafilaxia, asfixia
LIUDMILA CHERNETSKA/ ISTOCK - Arquivo

MADRID 23 jun. (EUROPA PRESS) -

O Grupo de Trabalho sobre Choque da Sociedade Espanhola de Medicina de Urgências e Emergências (SEMES) apresentou, em seu Congresso Nacional, um Guia Rápido de Atuação em Anafilaxia, divulgado no âmbito de um workshop de formação específico sobre o manejo dessa condição clínica, que, com o patrocínio da Viatris, teve grande aceitação e permitiu aos participantes do congresso resolver casos clínicos de forma conjunta, prática e didática.

O workshop foi ministrado pela Dra. Amaia Ibarra Bolt, do Hospital Universitário de Navarra (Pamplona), e pelo Dr. Alejandro Rodríguez Camacho, do Complexo Hospitalar Universitário Puerta del Mar-San Carlos (Cádiz), que também é o coordenador do guia.

A anafilaxia continua sendo uma das manifestações mais graves da doença alérgica. Trata-se de uma emergência que pode evoluir em questão de minutos e afetar vários sistemas orgânicos. Apesar de sua definição clínica bem estabelecida, a variabilidade em seu reconhecimento — especialmente em quadros atípicos — continua representando uma barreira significativa para um atendimento ideal.

Os especialistas destacam que a adrenalina intramuscular constitui o pilar do tratamento e a única intervenção de primeira linha com evidência sólida de redução da mortalidade. No entanto, os atrasos na sua administração continuam sendo um fator crítico e evitável associado a piores resultados clínicos.

A diretriz foi elaborada com base nas referências científicas mais relevantes disponíveis, com o objetivo de unificar os critérios clínicos provenientes de sistemas anteriores que haviam gerado inconsistências na prática assistencial. Especificamente, as principais fontes são:

“Este guia pretende colocar nas mãos de todos os profissionais — tanto no pronto-socorro hospitalar quanto no ambiente extra-hospitalar — um algoritmo claro e baseado nas melhores evidências disponíveis, que lhes permita a identificação precoce da anafilaxia e agir com segurança desde o primeiro segundo: reconhecer a situação, posicionar corretamente o paciente, administrar adrenalina por via intramuscular sem demora e saber o que fazer caso a resposta não seja a esperada”, destaca o Dr. Rodríguez Camacho.

No âmbito do congresso da SEMES, a Viatris reafirmou seu compromisso com a melhoria do atendimento em situações de emergência médica por meio do patrocínio do workshop “Anafilaxia: o que não pode falhar”, no qual foram capacitados cerca de 60 profissionais de saúde. Por meio dessa iniciativa, a empresa contribui para a atualização dos conhecimentos sobre o manejo de uma patologia potencialmente fatal e destaca a importância de uma resposta precoce e baseada em evidências diante das reações anafiláticas.

“Na Viatris, acreditamos firmemente que a melhoria do atendimento em situações de emergência começa com a capacitação contínua dos profissionais de saúde e com a disponibilidade de ferramentas clínicas claras, práticas e baseadas em evidências”, destaca a diretora médica da Viatris, Elena Morejón.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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