MADRID 9 abr. (EUROPA PRESS) -
A Sociedade Espanhola de Médicos de Atenção Primária (SEMERGEN) lançou nas redes sociais a campanha '#YoPrefieroMFyC', uma iniciativa destinada a valorizar a especialidade de Medicina Familiar e Comunitária, especialmente no contexto da próxima seleção MIR 2026 e do Dia Mundial da Atenção Primária, que será comemorado no próximo dia 12 de abril.
Por meio dessa campanha, a SEMERGEN quer incentivar seus membros a se manifestarem e compartilharem, a partir de sua experiência cotidiana, o que significa ser médico de família, transmitindo “a essência, os valores e o impacto real” que essa especialidade tem na vida das pessoas, com o objetivo de inspirar outros a escolhê-la.
Para isso, a iniciativa convida os profissionais a participar com mensagens breves que contribuam para construir um relato coletivo que dê visibilidade à “proximidade, à longitudinalidade, à atenção integral e ao compromisso com as pessoas que definem a Atenção Primária”.
Com essa ação, a SEMERGEN pretende transmitir aos futuros médicos residentes uma visão realista e positiva da especialidade, oferecendo motivos sólidos para sua escolha e contribuindo para derrubar alguns dos mitos que ainda persistem em torno da Medicina de Família.
A campanha será divulgada através dos perfis oficiais da SEMERGEN nas redes sociais, gerando um espaço de participação e reflexão que “reforce o orgulho de pertencer à especialidade e seu papel fundamental no presente e no futuro do sistema de saúde”.
A sociedade científica ressalta que a Atenção Primária é o eixo central do sistema de saúde e que seu fortalecimento passa necessariamente pelo reconhecimento e pela escolha da Medicina Familiar e Comunitária como uma opção profissional de alto valor.
Nesse sentido, destaca que, na Espanha, oito em cada dez atendimentos de saúde são resolvidos na Atenção Primária, o que, em sua opinião, evidencia seu papel fundamental no sistema. “Além disso, ter o mesmo médico de família por 15 anos reduz em 30% o uso do pronto-socorro, em 28% as internações e em 25% a mortalidade”, conclui.
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