Publicado 14/07/2026 13:35

A SEIMC insta à conclusão da criação da especialidade em Doenças Infecciosas, para o que conta com o compromisso do Ministério da Sa

Archivo - Arquivo - O secretário de Estado da Saúde, Javier Padilla, durante as jornadas parlamentares contra a privatização e terceirização da saúde, no Congresso dos Deputados, em 24 de abril de 2026, em Madri (Espanha). Movimento Sumar, Esquerda
A. Pérez Meca - Europa Press - Arquivo

MADRID 14 jul. (EUROPA PRESS) -

Uma delegação da Sociedade Espanhola de Doenças Infecciosas e Microbiologia Clínica (SEIMC) se reuniu nesta terça-feira com o secretário de Estado da Saúde, Javier Padilla, encontro no qual se insistiu na necessidade de concluir o processo de criação da especialidade em Doenças Infecciosas, para o qual se conta com o “firme compromisso” deste Ministério.

Esse encontro institucional, do qual também participou o diretor-geral de Ordenação Profissional desse ministério, Miguel Ángel Mañez, foi aproveitado pelos representantes dessa sociedade científica para apresentar essa reivindicação e solicitar que a constituição da especialidade seja realizada por meio do sistema de médicos residentes (MIR).

Nesse sentido, a SEIMC indicou que essa reunião ocorreu “exatamente no dia em que expirava o prazo” para “deliberar sobre o processo de criação da especialidade em Doenças Infecciosas”, estabelecido pelo Decreto Real 589/2022, de 19 de julho, que regulamenta a formação transversal das especialidades em Ciências da Saúde, o procedimento e os critérios para a proposta de um novo título de especialista em Ciências da Saúde ou diploma de área de capacitação específica, bem como a revisão dos já estabelecidos.

A esse respeito, informou que, a pedido do Ministério da Saúde, forneceu documentação adicional relacionada a esse processo. Mais especificamente, e respondendo “em tempo e forma”, ele assegurou ter comprovado documentalmente que representa “91% dos médicos que trabalham nos Serviços de Doenças Infecciosas em toda a Espanha”.

DENTRO DESTA LEGISLATURA

No entanto, Padilla e Mañez apresentaram a previsão de que todos os trâmites sejam concluídos “o mais rápido possível” e reiteraram sua disposição de concluir o processo de criação da especialidade “durante esta legislatura”. Diante disso, os representantes desses profissionais reiteraram “a necessidade urgente de concluir os trabalhos no menor tempo possível”.

Para isso, demonstraram sua “total disposição” em colaborar “com o Ministério da Saúde, as comunidades autônomas e todas as sociedades científicas que assim o desejarem, fornecendo todas as informações necessárias para avançarmos em conjunto”. “O objetivo comum desse processo é proporcionar aos futuros especialistas a melhor formação possível”, afirmaram.

De fato, destacaram que essa formação deve estar “alinhada aos padrões europeus”, para que os profissionais “possam responder aos desafios que o tratamento de infecções complexas, como o Ébola, o hantavírus, a febre hemorrágica da Crimeia-Congo, o vírus do Nilo Ocidental, as infecções por bactérias multirresistentes ou a infecção pelo HIV”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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