Publicado 28/07/2026 11:54

A SEE considera que a designação da sede da Agência de Saúde Pública é um passo adiante e solicita que ela entre em funcionamento

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MADRID 28 jul. (EUROPA PRESS) -

A Sociedade Espanhola de Epidemiologia (SEE) comemorou o fato de a Agência Estatal de Saúde Pública (AESAP) já ter sede, após a escolha de Zaragoza anunciada pelo presidente do Governo, Pedro Sánchez, o que representa “um passo à frente, mas não elimina a necessidade de ‘avançar em sua implantação efetiva’”.

Essa decisão do Conselho de Ministros “permite resolver uma das questões pendentes e representa um novo impulso para o desenvolvimento da Agência”, argumentou essa sociedade científica, que considera “prioritário” continuar trabalhando “na definição de sua estrutura organizacional, seus procedimentos operacionais e seu regulamento”.

Na opinião da SEE, é oportuno “garantir uma dotação orçamentária e de pessoal suficiente e estável”, o que “deve assegurar a autonomia e a independência”. “Essas decisões são especialmente urgentes em um momento em que as estruturas de saúde pública continuam enfrentando a perda de profissionais e a insuficiência de recursos”, explicou.

“A falta de investimento e a aplicação limitada das lições aprendidas durante a pandemia enfraquecem a capacidade do sistema de desenvolver suas atividades cotidianas, antecipar novas ameaças e responder de maneira coordenada a emergências sanitárias”, afirmou a esse respeito, para acrescentar que, por isso, é “especialmente importante” que a AESAP disponha, desde o início de suas atividades, “de recursos humanos, técnicos e financeiros compatíveis com a amplitude e a complexidade de suas responsabilidades”.

ATRAIR E RETENER TALENTOS

Além disso, e após ressaltar que “esses recursos devem ser mantidos ao longo do tempo e não depender exclusivamente do surgimento de novas emergências ou ameaças à saúde”, ele observou que a agência “também deverá ter capacidade para atrair e reter profissionais altamente qualificados, bem como para estabelecer uma coordenação eficaz com as comunidades autônomas”.

“A implantação da AESAP é especialmente necessária em um contexto em que as mudanças globais aumentaram os riscos à saúde da população, e não apenas no âmbito das doenças transmissíveis”, afirmou, por outro lado.

Nesse sentido, destacou que “enfrentar esses desafios exige dispor de informações adequadas sobre os problemas de saúde e seus determinantes, sistemas de vigilância oportunos e eficientes, capacidade para avaliar os programas preventivos e mecanismos de coordenação territorial que permitam gerenciar com rapidez e eficácia as crises sanitárias”.

Por fim, a SEE destacou que o funcionamento desse órgão “também contribuirá para promover a equidade entre os territórios e melhorar a comunicação com a população por meio de informações rigorosas e baseadas em evidências, o que permitirá combater boatos e crenças falsas e facilitará a adoção de medidas preventivas pela população”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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