Publicado 17/07/2026 08:30

A SEDAR apoia a extensão da formação de médico residente (MIR) em Anestesiologia para cinco anos, a fim de reforçar os conhecimentos

Archivo - Arquivo - Anestesia.
STEEX/ ISTOCK - Arquivo

MADRID 17 jul. (EUROPA PRESS) -

A Sociedade Espanhola de Anestesiologia, Reanimação e Terapia da Dor (SEDAR) manifesta seu apoio à atualização do Programa Oficial da Especialidade (POE) de Anestesiologia, Reanimação e Terapia da Dor, uma reforma “há muito esperada” que amplia a residência para cinco anos, o que implicará a incorporação ao programa de “todas as competências, conhecimentos e habilidades que a especialidade adquiriu nas últimas três décadas”.

“Manter um programa concebido para a realidade da assistência médica do século passado significava um descompasso crescente entre a formação recebida pelos residentes e as competências que a prática clínica exige atualmente. A atualização do programa responde precisamente a essa necessidade de adequar a formação à medicina moderna”, afirmam, lembrando que o programa anterior data de 1996.

Além disso, eles lembram que o anestesiologista desenvolve competências em medicina perioperatória, avaliação e otimização pré-operatória, anestesia geral e locorregional, sedação para procedimentos diagnósticos e terapêuticos, reanimação cardiopulmonar, ultrassonografia clínica, monitoramento avançado, cuidados intensivos, tratamento da dor aguda e crônica, simulação clínica, segurança do paciente, pesquisa e recuperação intensificada pós-cirúrgica. “Muitas dessas áreas nem sequer existiam quando o programa vigente foi aprovado em 1996”, lembram.

Além disso, consideram que se trata de uma decisão “alinhada com a Europa”; em sua opinião, a Espanha era uma das exceções que ainda mantinha um programa “claramente inferior” aos padrões europeus.

Por outro lado, a SEDAR explica que o quinto ano não significa prolongar por mais um ano a atividade assistencial do residente. “Significa dispor do tempo indispensável para adquirir novas competências que hoje fazem parte indissociável do exercício profissional do anestesiologista”, ressalta. Portanto, não foi acrescentado um ano à residência; foi elaborado um programa muito mais abrangente, cuja aquisição exige necessariamente cinco anos de formação.

Assim, a entidade ressalta que a reforma responde exclusivamente à necessidade de adaptar a formação à complexidade atual da especialidade e garantir a máxima segurança dos pacientes, ao mesmo tempo em que incentiva as demais especialidades médicas a revisarem seus programas de formação quando a evolução científica assim o exigir.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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