LORENA SOPÊNA - EUROPA PRESS
BARCELONA 29 set. (EUROPA PRESS) -
A secretária de Cultura do México, Claudia Curiel de Icaza, pediu nesta segunda-feira que se "aproveite o poder ilimitado da cultura" para construir a paz, fortalecer a justiça social e garantir o bem-estar coletivo.
"Não podemos falar de desenvolvimento sem cultura", disse ela durante seu discurso na cerimônia de abertura do Mondiacult 2025, no Centro Internacional de Convenções de Barcelona (CCIB), do qual o México participa depois de ter organizado as duas edições anteriores.
Curiel de Icaza defendeu a centralidade da cultura diante dos "múltiplos desafios" da atualidade, como a fragmentação, o individualismo, as desigualdades, o deslocamento e a rápida irrupção da IA, que, em suas palavras, está transformando o acesso à cultura.
Ele considera que, diante disso, é importante reconhecer os direitos culturais como uma parte indivisível, segundo ele, dos direitos humanos: "A cultura não pertence a ninguém, não é uma, nem a poucos. Ela é a estrutura simbólica que nos dá significado e nos conecta ao mundo".
Ele garante que, nos últimos sete anos, o México está em um processo de profunda transformação e destaca a arte e a cultura como "veículos legítimos, não apenas de manifestação, mas também de dissidência".
"Que esta reunião em Barcelona seja testemunha de um novo impulso coletivo para colocar a cultura no centro de nossas ações", acrescentou.
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