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MADRID 18 fev. (EUROPA PRESS) - A Sociedade Espanhola de Qualidade Assistencial (SECA) publicou o Guia para a implementação da assistência sanitária baseada em valor, um documento de referência que disponibiliza a todas as organizações sanitárias um quadro prático para impulsionar a melhoria da qualidade assistencial com um enfoque centrado nos resultados em saúde, na experiência do paciente e na sustentabilidade do sistema.
Segundo indicam, o objetivo do guia é facilitar a transição da teoria para a prática na Assistência Sanitária Baseada em Valor (ASBV), oferecendo critérios, metodologias e ferramentas concretas para sua aplicação em centros e serviços sanitários; e responde à “necessidade crescente” de contar com “orientações claras e operacionais” para transformar os modelos de atendimento, incorporando de forma sistemática a medição de resultados clínicos, resultados e experiência relatados pelos pacientes, “bem como a análise de custos, para apoiar a tomada de decisões e a melhoria contínua”.
O documento, de acesso aberto, “é o resultado de um trabalho conjunto entre profissionais especialistas que doaram seu tempo e conhecimento a esta iniciativa e as sociedades regionais de qualidade que fazem parte da SECA, coordenadas pela seção de ASBV desta sociedade”.
O guia é dirigido a diretores, gestores, responsáveis pela qualidade, quadros intermediários, clínicos e equipes de projetos de transformação que desejam desenvolver iniciativas de melhoria baseadas em valor. QUADROS DE GOVERNANÇA, RECOMENDAÇÕES E FERRAMENTAS DE APOIO
A sua estrutura modular permite uma leitura flexível, desde os fundamentos conceituais até às etapas concretas de concepção, implementação e avaliação de projetos. Inclui ainda listas de verificação, quadros de governança, recomendações tecnológicas, ferramentas de apoio e experiências reais de centros que implementaram este modelo.
O guia também destaca elementos-chave para que a transformação seja viável: liderança clínica e gerencial, participação ativa dos pacientes, medição sistemática de resultados, transparência, aprendizagem organizacional e uso inteligente de dados. “Tudo isso com uma orientação prática, a partir de experiências já vividas e aplicadas, pensada para facilitar sua adoção em diferentes contextos de assistência”, afirmam.
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