Publicado 13/08/2026 04:55

Sebastià Barceló, doutor em astrofísica, após o eclipse: “Foi uma experiência única”

Vista do mar durante o eclipse solar total de 2026, em 12 de agosto de 2026, em Ibiza, Ilhas Baleares (Espanha). Este é o primeiro eclipse solar total visível da Península Ibérica em mais de um século. A faixa de totalidade atravessa a Espanha de oeste a
Germán Lama - Europa Press

PALMA 13 ago. (EUROPA PRESS) -

O doutor em astrofísica e pesquisador colaborador da Universitat de les Illes Balears (UIB) classificou o eclipse total, que pôde ser vivenciado de maneira privilegiada nas Ilhas Baleares, como “uma experiência única”.

Em declarações à Europa Press, que também participou da comissão de coordenação promovida pelo governo regional, ele destacou que, no momento culminante do fenômeno astronômico, “pôde-se sentir como o vento se intensificou, as cores se apagaram, a temperatura baixou e os grilos começaram a cantar”.

Barceló reconheceu que, até a chegada do eclipse, havia vivido o evento nos últimos meses como cientista, embora nesta quarta-feira tenha optado por vivenciá-lo como “cidadão comum”.

O astrofísico comemorou o fato de que, no sul de Maiorca, de onde contemplou o ocultamento do sol, as nuvens não atrapalharam o eclipse até que a fase de totalidade tivesse passado.

O pesquisador explicou, dias atrás, que esperava por um evento dessa magnitude desde que soube que queria se dedicar à astrofísica.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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