Eduardo Parra - Europa Press
MADRID 21 mar. (EUROPA PRESS) -
O Ministério da Saúde pediu a aprovação da Agência Estatal de Saúde Pública, que descreveu como "essencial" para poder monitorar os próximos desafios e ter a preparação e os recursos para enfrentar futuras emergências de saúde, depois que o Congresso rejeitou sua criação na quinta-feira com os votos contra do PP, Vox e Junts.
Por meio de uma publicação nas redes sociais, a Health detalhou que a Agência Estatal de Saúde Pública contribuiria para enfrentar as quatro principais ameaças globais à saúde, como possíveis novas pandemias e vírus emergentes, surtos de doenças evitáveis, resistência antimicrobiana e problemas de saúde decorrentes de crises climáticas.
Nesse sentido, ele disse que a agência ajudaria a monitorar, identificar e avaliar o estado de saúde da população e seus determinantes, bem como os problemas, ameaças e riscos de saúde pública, com foco especial nas desigualdades sociais em saúde.
Além disso, suas funções incluiriam a elaboração de relatórios sobre a saúde da população e os riscos que podem afetá-la, bem como a coordenação de atividades para preparar o país e responder a crises e emergências de saúde, de acordo com a Estratégia de Segurança Nacional.
Ele também destacou que serviria para reforçar a coordenação com os serviços de saúde pública e os serviços de saúde das comunidades autônomas, Ceuta e Melilla, a fim de aumentar a proteção da população. Também trabalharia em consultoria, avaliação de políticas, pesquisa, inovação e cooperação técnica.
"A PREVENÇÃO NA SAÚDE PÚBLICA NÃO ENTENDE IDEOLOGIAS".
A Ministra da Saúde, Mónica García, compartilhou a publicação na rede social 'X' e enfatizou que "a prevenção em saúde pública não entende ideologias", assegurando que "há muitas razões" para começar a trabalhar na vigilância e nos recursos diante de futuras emergências.
"Apesar da birra de ontem, insistiremos na aprovação da Agência Estatal de Saúde Pública", reiterou García, como fez na quinta-feira no Congresso dos Deputados após saber da recusa em criar o órgão com os votos contrários do Partido Popular, Vox e Junts.
"Esperamos que eles corrijam a situação, vamos trazê-la de volta, porque o que estamos falando é sobre a proteção da saúde pública, a importância da vigilância epidemiológica e o que aprendemos durante a pandemia", disse o ministro a jornalistas nos corredores da Câmara dos Deputados.
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