Publicado 21/05/2025 10:39

Saúde e Regiões Autônomas para elaborar um plano para fortalecer a resiliência do NHS em caso de cortes de suprimentos essenciais

Reunião do Conselho Interterritorial do Sistema Nacional de Saúde de 21 de maio de 2025.
MINISTERIO DE SANIDAD

MADRID 21 maio (EUROPA PRESS) -

Na reunião do Conselho Interterritorial do Serviço Nacional de Saúde (CISNS), realizada na quarta-feira, o Ministério da Saúde e as comunidades autônomas aprovaram um acordo para a elaboração de um Plano-Quadro de Ação em Situações de Insuficiência de Insumos Essenciais, que fortalecerá a resiliência do sistema de saúde em caso de contingências futuras.

Em virtude desse acordo, será criado um grupo de trabalho, coordenado pelo Ministério da Saúde, para elaborar um plano para lidar com cortes maciços de suprimentos essenciais, como o apagão elétrico de 28 de abril, que, de acordo com o Ministério, "demonstrou a necessidade de reforçar o sistema de saúde diante de falhas em infraestruturas críticas, pois embora os hospitais tivessem geradores de emergência e pudessem funcionar com relativa normalidade, outras áreas de atendimento, como centros de saúde, farmácias e residências, foram mais afetadas".

A Health destaca que "o plano tornará os protocolos mais eficazes, promoverá o aprendizado compartilhado e garantirá padrões mínimos de contingência em todo o país, fortalecendo assim a capacidade do Sistema Nacional de Saúde de lidar com emergências". E terá um impacto especial na coordenação dos territórios e setores, garantindo que a incidência não interfira no atendimento e protegendo os pacientes que são especialmente vulneráveis nessas situações, como aconteceu durante o apagão com os pacientes eletrodependentes.

Assim, os objetivos desse grupo de trabalho serão:

1. melhorar a coordenação interterritorial e intersetorial na resposta a emergências. Para isso, serão estabelecidos canais de comunicação "sólidos e prontos para uso a qualquer momento" entre o Ministério e as Comunidades Autônomas, permitindo o lançamento de alertas predefinidos com base em limiares de risco compartilhados e para aliviar situações de escassez de forma ordenada.

Também serão criados procedimentos de cooperação com outros setores importantes (operadoras de eletricidade e telecomunicações, empresas de água e diesel, forças de segurança do estado, proteção civil e emergências, departamento de segurança nacional etc.), para que o setor de saúde seja totalmente integrado aos mecanismos nacionais de resposta a emergências e com apoio mútuo entre regiões e níveis administrativos, quando necessário.

2) Assegurar a continuidade do atendimento durante interrupções nos suprimentos essenciais, para minimizar o impacto sobre a saúde da população e a qualidade do atendimento médico. Especificamente, isso significa garantir que hospitais, centros de saúde e outros serviços essenciais possam permanecer tão operacionais quanto possível nessas situações.

3. proteger os pacientes que são particularmente vulneráveis à escassez de suprimentos. Em particular, o plano enfatizará medidas para pacientes eletrodependentes (que precisam de dispositivos elétricos ou de respiração assistida em casa), deficientes e idosos e outros casos identificados, a preservação de medicamentos essenciais (por exemplo, vacinas, insulina etc.) que exigem refrigeração e a continuidade dos sistemas de informação e comunicação de saúde envolvidos em funções críticas, como atendimento de emergência e cadeia terapêutica.

ESTRUTURA NACIONAL COMUM

Reforçar a resiliência do Sistema Nacional de Saúde (SNS) às emergências, preparando antecipadamente os recursos técnicos, humanos, de treinamento e organizacionais.

5. desenvolver um marco nacional comum de ação, protocolos e diretrizes técnicas de forma coordenada, que sirva de referência para que cada Comunidade Autônoma elabore, revise ou atualize seus planos de contingência locais e de seus centros.

Essa estrutura definirá limites, procedimentos claros e funções e responsabilidades em cada nível (nacional, regional e local) no caso de falhas em suprimentos críticos, respeitando a distribuição de competências e estabelecendo níveis mínimos de contingência para todo o NHS, com base no que já existe nas comunidades autônomas, por meio de aprendizagem cruzada.

O cronograma de trabalho proposto começa em maio de 2025 e termina em junho de 2027, com o marco principal de entregar a versão final do Plano de Contingência em junho de 2026. Os doze meses seguintes seriam dedicados à implementação e ao monitoramento eficazes e coordenados das medidas propostas.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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