Publicado 09/09/2025 08:24

O SATSE exige que o Estatuto da Estrutura inclua a implementação de 35 horas por semana em todo o país.

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GOBIERNO DE ASTURIAS - Arquivo

MADRID 9 set. (EUROPA PRESS) -

O Sindicato de Enfermeiros (SATSE) insiste que o novo Marco Estatutário do pessoal estatutário dos serviços de saúde inclua a implementação da semana de trabalho de 35 horas em todo o Estado, já que, lembre-se, ainda está pendente em cinco regiões autônomas, além de Ceuta e Melilla.

"Conseguir a recuperação da jornada de trabalho de 35 horas em todas as regiões autônomas é uma das linhas de ação prioritárias do SATSE desde que esse direito trabalhista foi cortado em 2012 e, além de solicitá-lo às diferentes administrações, exigiu que fosse incorporado à nova Lei do Estatuto Quadro que está sendo negociada com o Ministério da Saúde", disse o Sindicato em um comunicado.

O SATSE lembra que foi em 2012 que o governo impôs a semana de trabalho de 37,5 horas, mas já em 2018 possibilitou que as comunidades autônomas recuperassem as 35 horas. Algo que, progressivamente, todas as comunidades autônomas estavam fazendo, com exceção de Valência, Catalunha, Galícia (atenção primária), Madri e Navarra, além de Ceuta e Melilla.

O retorno à semana de trabalho de 35 horas em todos os serviços de saúde é uma das demandas que a organização sindical considera essencial na negociação desse texto regulatório que está em andamento há dois anos, como um sindicato representativo na Esfera de Negociação, com o departamento liderado por Mónica García.

O SATSE destaca que as jornadas de trabalho que ainda sofrem os profissionais dos serviços de saúde em cinco comunidades autônomas são "injustas" e "discriminatórias". "É mais um exemplo da disparidade nas condições de trabalho sofridas por enfermeiros, fisioterapeutas e outros profissionais do Sistema Nacional de Saúde simplesmente porque trabalham em uma ou outra comunidade autônoma", ressalta.

O sindicato também enfatiza que esse corte trabalhista "não faz sentido", pois foi estabelecido sob o pretexto da grave crise econômica que a Espanha estava sofrendo em 2012, mas "terminou anos atrás para iniciar, segundo o Governo, um caminho de recuperação que colocou a Espanha na liderança da Europa em crescimento econômico".

CRIAÇÃO DE EMPREGOS

O SATSE destaca que a recuperação da semana de trabalho de 35 horas não só beneficia os profissionais, mas também "permite uma maior criação de empregos e melhora a disponibilidade de enfermeiros e fisioterapeutas para atender os pacientes", o que "sempre resulta em um atendimento mais seguro e de maior qualidade".

O sindicato reitera que a negociação com o Ministério da Saúde para aprimorar a lei busca estabelecer as bases para as condições de trabalho e profissionais dos servidores estatutários da saúde. "O objetivo é chegar a um texto normativo que atenda às necessidades dos quase um milhão de profissionais afetados", conclui.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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