SINDICATO DE TECNICOS DE ENFERMERIA - Arquivo
MADRID 2 jun. (EUROPA PRESS) -
O Sindicato dos Técnicos de Enfermagem (SAE) comemorou nesta terça-feira a aprovação do Anteprojeto de Lei do Estatuto-Quadro do pessoal estatutário dos serviços de saúde no Conselho de Ministros, um fato que considera um “avanço significativo”.
“Iniciar sua tramitação é o primeiro passo para alcançar nosso objetivo”, afirmou a secretária-geral do SAE, Mª Dolores Martínez.
O sindicato confia que o apoio manifestado pelos secretários de saúde às suas reivindicações se concretize no Conselho Interterritorial do Sistema Nacional de Saúde, que será realizado nesta sexta-feira, e que a aprovação definitiva da lei seja “agilizada ao máximo”.
“Os técnicos de saúde da Formação Profissional há anos esperamos e lutamos por uma classificação adequada que, evidentemente, deve vir acompanhada da dotação orçamentária correspondente a partir do momento em que a Lei for aplicada, evitando assim que ela fique estagnada e pendente de futuras negociações nas comunidades autônomas ou de novos orçamentos”, explicou Martínez.
Do SAE, espera-se que suas reivindicações se concretizem o mais rápido possível com o novo Estatuto-Quadro e que não se repita a situação do EBEP, que, segundo denúncias, mantém estagnada há quase 20 anos a classificação estabelecida no artigo 76 com a disposição transitória terceira.
Além disso, confiam que o compromisso salarial vinculado à classificação prevista no Estatuto-Quadro se concretize conforme indica a própria norma, e “não se prolongue no tempo, pois o reconhecimento da qualificação exigida deve estar vinculado à remuneração correspondente”, sublinha a secretária-geral do SAE.
Por fim, o sindicato lembra que os técnicos de saúde se manifestarão no próximo dia 17 de junho. “Da SAE, incentivamos todos os colegas a se juntarem a esta manifestação, pois nossa reivindicação requer a unidade e o compromisso de todos os envolvidos; por isso, fazemos um apelo para que compareçam a Madri, confiando que seja a última vez que tenhamos que nos manifestar pelo reconhecimento deste direito”, concluiu Martínez.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático