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MADRID 28 out. (EUROPA PRESS) -
O Sindicato dos Técnicos de Enfermagem (SAE) advertiu que os Técnicos de Emergência em Saúde (TES) ainda não têm o reconhecimento administrativo que merecem, pois, em sua opinião, os sistemas de emergência continuam sem a estrutura adequada e as competências ainda não estão padronizadas ou certificadas.
No âmbito do Dia Nacional do Técnico de Emergência em Saúde, que é comemorado em 29 de outubro, a SAE comemorou o trabalho que esses profissionais realizam na Espanha. Assim, o Sindicato lamenta que, embora a legislação atual regule a atividade dos TES sem distinguir entre os diferentes cargos que podem ocupar dentro do sistema público de saúde - tarefas de atendimento, coordenação central e rastreamento -, esses profissionais "ainda não são reconhecidos como uma única categoria de saúde com múltiplas competências que não devem ser reduzidas".
Além disso, há uma clara falta de recursos humanos, o que dificulta o trabalho desses profissionais e o cumprimento dos objetivos.
"Em nosso país, mais de 20 milhões de urgências e emergências são atendidas a cada ano, um número suficientemente grande para melhorar a organização desse atendimento e a situação de trabalho dos profissionais de saúde de emergência. Sem recursos suficientes e competentes, é difícil conseguir as respostas rápidas e eficazes que as emergências exigem e que, inquestionavelmente, resultariam em uma diminuição da mortalidade", concluiu o secretário de ação social da SAE, Daniel Torres.
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