MINISTERIO DE EMERGENCIAS DE RUSIA
MADRID 29 mar. (EUROPA PRESS) -
O governo russo anunciou que está enviando 120 equipes especializadas em resgate e um contingente de pessoal médico para a Birmânia, onde mais de 1.600 pessoas já foram confirmadas como mortas no terremoto de sexta-feira.
"Sob as ordens do presidente russo (Vladimir Putin) e do ministro de Emergências (Alexander Kurenkov), um grupo de socorristas russos partiu para a Birmânia em dois aviões", disse o ministério em um comunicado divulgado pela agência de notícias russa TASS. Os aviões partiram do aeroporto de Zhukovsky, em Moscou.
Os especialistas são da equipe aérea Tsentrospas e do Centro de Operações de Resgate de Alto Risco, além de equipes caninas K-9 para procurar sobreviventes nos escombros, anestesiologistas e psicólogos do Ministério de Emergências.
Eles também carregam todos os equipamentos e materiais necessários para realizar o trabalho de busca e resgate nas áreas destruídas pelo terremoto. "Eles estão equipados com endoscópios e equipamentos acústicos para procurar pessoas enterradas a até 4,5 metros de profundidade, bem como radares de penetração e de imagem térmica", disse o Ministério de Situações de Emergência.
Além disso, uma equipe de especialistas do Centro Federal de Medicina de Desastres do Ministério da Saúde da Rússia também partiu para a Birmânia com especialistas em doenças infecciosas, traumatologistas-ortopedistas e anestesistas-ressuscitadores.
A China também enviou duas equipes de resgate para Rangum e se preparou para enviar tendas, cobertores, equipamentos de primeiros socorros, alimentos e água potável, de acordo com a agência de notícias chinesa Xinhua.
Além disso, o governo chinês destinou 100 milhões de yuans, cerca de 13 milhões de euros, em ajuda de emergência para responder ao terremoto.
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