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MADRID 27 fev. (EUROPA PRESS) - O governo britânico anunciou nesta sexta-feira a retirada temporária de seu pessoal diplomático no Irã em meio à ameaça de um possível ataque dos Estados Unidos contra a república islâmica caso as negociações sobre o programa nuclear de Teerã fracassem.
Na última atualização sobre o país, o Ministério das Relações Exteriores confirma que “dada a situação de segurança, o pessoal britânico se retirou do Irã” e a Embaixada continua “operando remotamente”.
Como vários outros países têm alertado há semanas, o Ministério desaconselha qualquer viagem ao Irã e avisa seus cidadãos que estão lá para agirem cientes de que sua segurança pode estar em risco. Há apenas algumas horas, a China recomendou a seus cidadãos que deixassem o Irã “o mais rápido possível” em meio ao reforço do destacamento militar americano na região.
Trump, que inicialmente ameaçou com uma intervenção militar devido à repressão dos últimos protestos no Irã, passou posteriormente a enquadrar suas advertências no programa nuclear iraniano, que Teerã afirma ter fins exclusivamente pacíficos e que sofreu um duro golpe com os bombardeios israelenses e americanos em junho de 2025, que deixaram mais de 1.100 mortos no país asiático.
Até o momento, Teerã tem demonstrado desconfiança em reabrir as negociações com Washington devido à referida ofensiva, uma vez que ela ocorreu em meio a um processo diplomático entre o Irã e os Estados Unidos para chegar a um novo acordo nuclear, depois que o acordo assinado em 2015 ficou sem conteúdo após a retirada unilateral do país norte-americano em 2018 por decisão do próprio Trump.
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