Diego Radamés - Europa Press
MADRID 17 out. (EUROPA PRESS) -
A ministra da Igualdade, Ana Redondo, atribuiu os atrasos nos exames de câncer de mama na Andaluzia, na sexta-feira, ao "compromisso" do governo de Juanma Moreno com os "negócios" e a "privatização" do sistema de saúde regional, que está resultando em "consequências muito graves" para a saúde das mulheres.
"Eles não fizeram o que deveriam ter feito e, obviamente, o problema é que há muitas mulheres afetadas. Mas acredito que a questão subjacente é o enfraquecimento da saúde pública, o emagrecimento da saúde pública, o compromisso com as empresas, o compromisso com a privatização", disse Redondo à mídia ao chegar ao Conselho de Emprego, Política Social, Saúde e Assuntos do Consumidor em Luxemburgo.
Ele também ressaltou que essa é uma medida "muito arriscada" e que até 2.000 mulheres andaluzas podem ter feito mamografias com resultados "inconclusivos" que exigem outros exames para descartar a possibilidade de terem uma lesão tumoral.
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