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MADRID, 12 nov. (EUROPA PRESS) -
Um total de 94 pesquisadores espanhóis figuram na edição de 2025 da lista "Highly Cited Researchers" dos cientistas mais citados do mundo, publicada na quarta-feira por "Clarivate", informou a Europa Press.
Esse ranking é publicado todos os anos e sua elaboração é realizada pela Clarivate Analytics, uma empresa de consultoria internacional especializada em análise de dados que, na edição de 2025, reconheceu 7.131 cientistas de 60 países.
A lista 2025 Highly Cited Researchers identifica indivíduos que demonstraram influência significativa e generalizada em seus campos de pesquisa. Por meio de critérios de seleção "rigorosos" e de uma análise "abrangente", ela reconhece pesquisadores cujas contribuições excepcionais e abrangentes moldam o futuro da ciência, da tecnologia e do meio acadêmico em todo o mundo.
Este ano, a 'Clarivate' concedeu 7.131 prêmios Highly Cited Researcher a 6.868 indivíduos. Alguns pesquisadores foram reconhecidos em mais de um campo do Essential Science Indicator (ESI), resultando em mais designações do que premiados individuais. Esta análise, que inclui a distribuição das designações entre países e instituições, reflete o impacto desses 6.868 indivíduos, distribuídos entre os campos, de acordo com o tamanho de cada um.
Os pesquisadores altamente citados deste ano trabalham em 60 países e regiões, mas 86,1% dos prêmios estão concentrados em apenas 10 deles, e 74,6% apenas nos cinco primeiros, destacando uma concentração notável de talentos de pesquisa de alto nível em todo o mundo.
Os Estados Unidos têm a maior concentração de prêmios em todo o mundo, com 2.670 em 2025. Isso representa 37,4% do total. A China continental mantém sua segunda posição este ano, com 1.406 prêmios (19,7%).
O Reino Unido, com 570 prêmios (8%), está em terceiro lugar novamente este ano, seguido pela Alemanha (363), Austrália (312), Canadá (227), Holanda (194), Hong Kong SAR (145), Suíça (130) e França (121). A Suíça voltou a entrar no top 10 este ano, enquanto Cingapura, que ficou em décimo lugar no ano passado, saiu da lista. A França passou do nono para o décimo lugar.
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