A. Pérez Meca - Europa Press
MADRID 19 jun. (EUROPA PRESS) -
Entre 472.000 e 494.000 espanhóis tentaram parar de fumar no ano passado utilizando terapias farmacológicas financiadas, conforme consta do relatório “Cessação tabágica: um desafio sanitário e social”, elaborado pelo Ministério da Saúde e pelo Conselho Geral das Ordens dos Farmacêuticos.
“Dois em cada três fumantes querem parar de fumar e quase a metade tenta fazê-lo a cada ano”, afirmou nesta sexta-feira, em coletiva de imprensa, a ministra da Saúde, Mónica García, para ressaltar que “existe uma enorme demanda por ajuda” que o Sistema Nacional de Saúde (SNS) deve ser capaz de “acompanhar”.
Nesse contexto, García destacou que a Espanha “avançou muito” no combate ao tabagismo, conseguindo que o consumo se situasse em “mínimos históricos”. “Mas não podemos considerar a tarefa concluída, pois o tabagismo continua sendo um dos principais problemas de saúde pública do nosso país”, afirmou ela, após lembrar que um em cada quatro espanhóis fuma diariamente e que o tabaco continua causando mais de 50.000 mortes evitáveis por ano no país.
Além disso, ele alertou que o “tabaco também é uma questão de desigualdade”, como “confirma mais uma vez” este novo relatório, de modo que o tabagismo afeta “com maior intensidade” as pessoas com menos recursos e os grupos mais vulneráveis. Por isso, ele destacou que as políticas antitabagismo são também “políticas de equidade” que permitem, além de melhorar os indicadores de saúde, reduzir as desigualdades sociais e sanitárias.
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