Publicado 24/02/2026 08:01

A proporção de enfermeiros em lares de idosos é "insuficiente" face a uma população envelhecida, alerta um relatório.

Archivo - Arquivo - Homem com bengala sendo auxiliado por uma assistente.
INSIDE CREATIVE HOUSE/ISTOCK - Arquivo

O Conselho Geral de Enfermagem exige ao Ministério da Saúde um estudo completo da situação para impulsionar políticas que garantam a sua presença MADRID 24 fev. (EUROPA PRESS) - A proporção de enfermeiros em lares é “insuficiente” e “desigual” para fazer face ao envelhecimento crescente da população, embora faltem dados concretos, segundo alerta um relatório liderado pelo Instituto de Investigação em Enfermagem (IEIE) do Conselho Geral de Enfermagem (CGE), com o aval da Sociedade Espanhola de Enfermagem Geriátrica e Gerontológica (Seegg). “A falta de enfermeiros nas residências para idosos compromete a assistência aos que nelas residem. Nossa responsabilidade como sociedade é cuidar dos idosos e das pessoas dependentes em geral, e a resposta que estamos dando a essa necessidade de cuidados não é adequada”, afirmou nesta terça-feira, em coletiva de imprensa, a vice-presidente I do CGE, Raquel Rodríguez. Rodríguez apontou que “faltam dados” sobre o número de enfermeiros que trabalham em lares, quantos são especialistas em geriatria e quais são suas condições de trabalho. Por isso, exigiu ao Ministério da Saúde que elabore um “estudo real” sobre as necessidades de cuidados neste domínio por comunidades autónomas, com o objetivo de poder impulsionar políticas de melhoria.

Além disso, exigiu que seja dada prioridade à contratação de enfermeiras especializadas em geriatria e gerontologia, para que os cuidados aos idosos não sejam prestados por outros profissionais de saúde menos qualificados. (CONTINUA)

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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