Europa Press/Contacto/Juan Carlos Hernandez
MADRID 20 ago. (EUROPA PRESS) -
O Programa Mundial de Alimentos (PMA) anunciou que a falta de fundos o levará a reduzir pela metade a escala de seus projetos na Venezuela este ano, o que será sentido principalmente na ajuda fornecida em áreas de difícil acesso, como as escolas.
"A parte mais difícil de nosso trabalho nem sempre é a logística. Às vezes, são as palavras", explicou a agência em um comunicado no qual admitiu que, no momento, "o financiamento não é suficiente" para manter todos os programas abertos.
A agência citou casos como o de Arismendi, uma cidade remota no estado de Barinas, cujas escolas só podiam ser acessadas por via fluvial. A equipe do PMA conseguiu viajar a cada dois meses por três anos consecutivos para esses centros, "até agora".
"Nessa última viagem - como na primeira - não levamos comida, mas as famílias e os professores caminharam ou navegaram de muito longe para nos encontrar, nos ouvir, fazer perguntas, conversar. A confiança deles é um impulso para continuarmos", acrescentou.
A ONU estima que quatro milhões de pessoas estejam precisando de ajuda alimentar na Venezuela. O PMA, que até agora tem ajudado cerca de 400.000 pessoas, precisa de cerca de US$ 47 milhões (cerca de 40,3 milhões de euros) para desenvolver suas operações este ano.
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