Europa Press/Contacto/Andreas Stroh
MUNIQUE 16 fev. (DPA/EP) -
O primeiro-ministro do estado alemão da Baviera, o conservador Markus Soeder, defendeu no domingo a abertura de negociações com o Talibã afegão - um regime que não é oficialmente reconhecido por nenhum país do mundo no momento - para facilitar os voos de deportação após um ataque mortal de um de seus cidadãos em Munique.
"Precisamos de um voo toda semana", disse Soeder à edição de domingo do jornal alemão 'Bild', onde sugeriu à ministra das Relações Exteriores, Annalena Baerbock, e à ministra do Interior, Nancy Faeser, que começassem a trabalhar a partir de segunda-feira.
O afegão de 24 anos dirigiu seu carro em uma manifestação sindical em Munique na quinta-feira, deixando duas pessoas mortas - uma mulher e sua filha, que sucumbiram aos ferimentos ontem - e outras 37 feridas. Os investigadores agora presumem que o ataque teve origem islâmica.
Soeder disse que há quase 2.000 afegãos somente no estado da Bavária que são forçados a deixar a Alemanha. Quase 200 deles são criminosos graves, acrescentou. Portanto, "os afegãos que são forçados a deixar o país devem fazê-lo rapidamente e a emissão de novos vistos deve ser interrompida, porque já basta", disse ele.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático