MADRID 16 abr. (EUROPA PRESS) -
O Schmidt Ocean Institute divulgou a primeira observação ao vivo confirmada da lula colossal, Mesonychoteuthis hamiltoni, em profundidade em seu habitat natural.
Uma câmera a bordo de um submersível robótico filmou um espécime jovem desse cefalópode (https://www.youtube.com/watch?v=lzPoG9H8Hlo) a uma profundidade de cerca de 600 metros perto das Ilhas Sandwich do Sul, no Atlântico Sul, durante um mergulho para descobrir novas espécies marinhas, em colaboração com o Ocean Census.
O Mesonychoteuthis hamiltoni foi formalmente descrito e nomeado há 100 anos, em 1925, a partir de dois espécimes parciais encontrados no estômago de uma baleia cachalote perto das Ilhas Shetland do Sul. Entretanto, até agora, ninguém havia capturado imagens de uma lula colossal viva.
As aves marinhas, os mamíferos marinhos e os peixes se alimentam de lulas colossais juvenis. Em tamanho real, seus únicos predadores conhecidos são os cachalotes e os tubarões-dormitórios, embora os restos de adultos grandes também tenham sido encontrados nos estômagos de peixes-dentes da Patagônia, provavelmente em busca de alimento.
O INVERTEBRADO MAIS PESADO CONHECIDO
Os especialistas acreditam que a lula colossal pode atingir comprimentos totais de 6 a 7 metros e pesar aproximadamente mais de 500 quilos, o que a torna o invertebrado mais pesado conhecido.
Pouco se sabe sobre o ciclo de vida da lula colossal, mas, com o tempo, ela perde a transparência dos juvenis. Pescadores já filmaram adultos morrendo, mas eles nunca foram vistos vivos em profundidade, de acordo com uma declaração da Schmidt Ocean.
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